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Veja o que fazer para evitar a tendinite no ambiente de trabalho

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A ocorrência da tendinite no ambiente de trabalho pode ser bem comum. Afinal, qualquer movimento repetitivo, quando praticado incorretamente e sem pausas periódicas, sobrecarrega os tendões. E como o próprio nome indica, ela é uma inflamação, que provoca inchaço e dor.

É natural que a pessoa não dê tanta atenção à tendinite logo no início, pois é uma doença que se manifesta aos poucos. Acontece de o incômodo vir esporadicamente e, justamente em decorrência da repetição dos movimentos, tornar-se cada vez mais presente. Continue a leitura e veja como fazer para se prevenir!

Quais são as possíveis causas?

As ações repetitivas — que geram sobrecarga e estresse — são responsáveis pelas chamadas causas mecânicas. Porém, a tendinite também pode surgir em função de causas químicas. Essas últimas ocorrem devido à má alimentação e à falta de hidratação nos músculos e nos próprios tendões.

Os sintomas variam de acordo com o local acometido pela inflamação que, apesar de ser bastante comum nos punhos, também afeta ombros, cotovelos, joelhos e tornozelos. E os indícios mais costumeiros se apresentam com:

  • a diminuição ou, até mesmo, perda da força;
  • dor no próprio tendão, podendo irradiar para os músculos;
  • inchaço e vermelhidão.

O que fazer para evitar?

Quando for imprescindível realizar a mesma atividade durante várias horas do dia, é fundamental fazer interrupções regulares. As dicas para a manutenção da saúde no ambiente de trabalho vão desde uma simples pausa a algo mais completo, como a ginástica laboral, que explicaremos logo abaixo. Acompanhe!

Incentivar as pausas

Colaboradores de qualquer setor precisam parar periodicamente, seja para descansar o físico, a mente ou apaziguar as emoções. Os intervalos precisam ser incentivados em respeito à saúde e, até mesmo, quando se pensa no aumento da produtividade. O tempo necessário para o descanso está diretamente relacionado ao tipo de função exercida.

Estimular a realização de alongamentos

Simples movimentos, como trazer o braço para trás se ele fica muito tempo para frente ou levantar se você fica muito tempo sentado, são fáceis de fazer e importantíssimos de serem transformados em hábito. São detalhes que, ao serem realizados constantemente, fazem toda a diferença. Salientamos que é de extrema importância que esses alongamentos, mesmo que pareçam simples, sejam orientados por profissionais da área da saúde.

Investir na ginástica laboral

A ginástica laboral é a reunião de tudo isso que foi descrito acima, porém, de maneira organizada e sistematizada. Assim, podemos dizer que ela é uma técnica desenvolvida por estudiosos e pesquisadores e que tem como objetivo prevenir lesões que podem levar à invalidez. Daí a importância de contratar uma empresa especializada com profissionais aptos a desenvolver um trabalho preciso.

Essa prevenção é realizada exercitando-se a flexibilidade e a mobilidade de músculos e tendões, com movimentos que podem ser praticados em questão de minutos. O importante é saber como fazer pois, além de melhorar o condicionamento físico, reduzem o cansaço e beneficiam o desempenho.

A ginástica laboral vai além das questões físicas, pois também são utilizados recursos de cooperação que auxiliam nos processos emocionais. Favorecendo, então, as trocas construtivas e o diálogo entre os colaboradores. Assim, é fundamental ter em mente que esse é um mecanismo que atua em diversos aspectos.

Quando acessar o INSS?

Sem o tratamento adequado a tendinite pode levar a complicações graves. De acordo com o estudo Saúde Brasil 2018, do Ministério da Saúde, “as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) são as doenças que mais afetam os trabalhadores brasileiros.”

Ou seja, quando relacionada às rotinas laborais, a tendinite é chamada de LER ou DORT. E, se diagnosticada em decorrência das atividades de trabalho, o colaborador passa a ter direitos previdenciários. Há três situações diferentes em que você pode solicitar os benefícios do INSS nesse caso, são elas:

  • auxílio doença: quando ainda há a possibilidade de cura;
  • auxílio acidente: quando há prejuízo definitivo, porém, apenas parcial, não sendo algo limitante;
  • aposentadoria por invalidez: quando a doença torna a pessoa incapaz de trabalhar sendo, portanto, definitiva e total.

Por fim, a boa notícia é que a tendinite no ambiente de trabalho, tem cura, desde que os exercícios sejam feitos com regularidade e com a orientação de especialistas. Sem falar que os recursos técnicos — mencionados acima — são super acessíveis e, comprovadamente, ajudam a evitar a tendinite no ambiente de trabalho.

Achou relevante saber a respeito da tendinite? Veja também a importância da Análise Ergonômica do Trabalho!

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