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O que é sociedade do cansaço e qual sua relação com a produtividade?

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Há 50 anos, quando se falava em doenças relacionadas ao trabalho, as pessoas associavam o assunto a LER (lesão por esforço repetitivo), Dort (distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho) ou a alguma alergia. Hoje, é mais comum pensarem e falarem sobre ansiedade ou depressão — um reflexo do comportamento da “sociedade do cansaço”, teoria que fundamenta o livro homônimo do filósofo coreano Byung-chul Han.

Mas o que é sociedade do cansaço? Numa pesquisa feita pelo Ibope, em 2013, 98% dos brasileiros afirmaram se sentirem cansados, física e mentalmente. Essa exaustão, de acordo com o autor, é uma consequência do excesso de positividade, criado para sustentar a “sociedade do desempenho”, na qual todos precisam ser autênticos, inovadores e produtivos.

Quer saber mais sobre o assunto e entender esse conceito? Continue a leitura!

O que é sociedade do cansaço?

Em seu livro, Han também fala sobre a “sociedade disciplinar”, teoria difundida pelo filósofo francês Michel Foucault, na qual os indivíduos são constantemente vigiados, submissos a punições caso desobedeçam as regras. Para ele, as duas ideias se contrapõem: a primeira é movida pela sujeição e negatividade, produzindo “loucos e delinquentes”, enquanto a segunda gera “depressivos e fracassados”.

O excesso de trabalho, aliado à cobrança pela alta produtividade, são algumas das variáveis que podem desencadear problemas psíquicos, como a ansiedade. Uma pesquisa realizada em 2019 pela Universidade de Angers, na França, constatou que trabalhar mais de dez horas por dia é um fator de risco para ocorrência de AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Outro estudo — desta vez, feito pelo Instituto de Estudos do Emprego (Reino Unido) — apontou uma relação entre longas jornadas de trabalho a diversos problemas, como desenvolvimento do tabagismo, insônia e até atraso no crescimento fetal em funcionárias grávidas.

Como melhorar o bem-estar dos colaboradores?

Tais resultados confirmam a importância de a empresa investir em práticas que aliviem o cansaço e promovam a qualidade de vida para seus colaboradores, não só dentro, mas além do ambiente onde trabalham. Uma prática que está cada vez mais comum é investir em corridas institucionais. O departamento de RH ou Marketing pode organizar (se possível, com o apoio de um parceiro especializado nesse tipo de evento) e o público-alvo pode incluir, inclusive, a população em geral.

Olhando para dentro, uma ótima alternativa para promover o bem-estar é a ginástica laboral. Com exercícios simples, rápidos e eficazes, é possível diminuir o estresse, melhorando o funcionamento dos sistemas respiratório e cardíaco e prevenindo diversas doenças ocupacionais.

A prática exige orientação profissional, que é fundamental para garantir que as atividades sejam bem executadas e atinjam seu principal objetivo. Além dela, a empresa também pode quick massage, que contribui para alívio do estresse e cansaço.

Após uma longa reunião ou um feedback desafiador, nada melhor que uma massagem para relaxar, certo? Outros benefícios oriundos dela é a redução da taxa de absenteísmo e o aumento da produtividade, o que impacta diretamente nos resultados da empresa.

Por que oferecer tais benefícios?

Adotar medidas como as citadas acima é uma forma de beneficiar o quadro de colaboradores, protegendo-os contra essas doenças e, ainda, agindo em favor da retenção e atração de profissionais promissores. Sem dúvida, esse posicionamento é essencial para se destacar no mercado, que fica mais competitivo a cada dia.

Agora que entendeu sobre o que é a sociedade do cansaço e refletiu sobre o assunto, que tal saber mais sobre como a ginástica laboral pode combater a exaustão e outros problemas ocupacionais?

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